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Imobiliária Talent Imobe Responde: É Melhor Priorizar Quartos Extras ou Metragem Total?

Imobiliária Talent Imobe vem ganhando destaque no mercado imobiliário por revolucionar a forma como se pensa a escolha de imóveis. Com o avanço da urbanização, da tecnologia e a transformação do estilo de vida das famílias brasileiras, a pergunta que se impõe ao consumidor atual é clara: em 2025, o que vale mais a pena — optar por um imóvel com 3 quartos ou priorizar os 60m² em localização privilegiada? Trata-se de uma decisão influenciada por múltiplas variáveis além do simples tamanho ou número de dormitórios.

Desde meados dos anos 2000, o Brasil vem experimentando um boom imobiliário, impulsionado por políticas habitacionais, financiamento facilitado e urbanização crescente. No entanto, após anos de crescimento exagerado, o mercado está amadurecendo e a demanda mudou de “mais por metro quadrado” para “melhor metro quadrado”. Este reposicionamento atinge diretamente o perfil decisório do comprador em 2025: uma geração mais conectada, pragmática, com novos valores sobre tempo, mobilidade e conforto.

É neste cenário que a Imobiliária Talent Imobe atua, provocando o setor ao promover imóveis adaptados às novas realidades de moradia urbana. A tradicional lógica que priorizava grandes metragens está sendo substituída por inteligências espaciais — configurações funcionais, flexibilização de plantas e localização como critério dominante. Assim, a dúvida entre “três quartos” ou “sessenta metros” vai muito além de números. Ela aponta para os valores e prioridades de um novo tempo.

Fundamentos e Conceitos: repensando a experiência de moradia

Para entender a real proposta por trás da dúvida “3 quartos ou 60m²”, é preciso ir além do número e entender os pilares do novo urbanismo, os fundamentos do mercado imobiliário atual e a maneira como se estruturam os imóveis urbanos. A questão central está no uso inteligente dos espaços e na satisfação das necessidades reais do morador pós-pandemia, conectado digitalmente, mas que também valoriza o tangível — como estar próximo do trabalho ou de áreas verdes.

Metragem e número de cômodos são variáveis distintas, mas muitas vezes tratadas como equivalentes. Um imóvel de 3 quartos em um bairro periférico de grandes capitais pode ter 110m², mas estar a 30 km do trabalho, enquanto um apartamento de 60m² em bairro central oferece acesso facilitado ao metrô, ciclovias, comércio e áreas culturais. Às vezes, o segundo se mostra muito mais confortável, mesmo com menos área construída.

A arquitetura moderna tem incorporado soluções como plantas flex, que possibilitam reconfiguração dos cômodos conforme a mudança do núcleo familiar; integração de ambientes, reduzindo a necessidade de paredes (promovendo ventilação cruzada e iluminação natural); infraestrutura para automação residencial e áreas comuns compartilhadas (coworkings e lavanderias coletivas) que reduzem o tamanho necessário do apartamento privado sem perder funcionalidade.

Nessas condições, a proposta de valor da Imobiliária Talent Imobe ganha corpo. Ao trabalhar com imóveis projetados sob esses princípios, ela oferece soluções modulares alinhadas com os estilos de vida emergentes: casais sem filhos, famílias com pets, adultos independentes e jovens trabalhadores remotos. Para cada um desses perfis, a prioridade nem sempre é mais espaço, mas sim melhor usabilidade e localização.

Existem também outros fatores estruturais que interferem na equação “quartos x metragem”:

  • Perfil familiar: famílias maiores tendem a buscar mais cômodos, enquanto solteiros e casais sem filhos valorizam localização e amenidades;
  • Zona urbana: imóveis compactos são mais comuns em regiões centrais, geralmente verticalizados e em condomínios com serviços, enquanto imóveis mais espaçosos estão nas zonas leste e sul das capitais;
  • Valor por metro quadrado: bairros nobres exigem maior investimento por metro quadrado, o que impacta diretamente na decisão pela metragem menor para equilibrar orçamento;
  • Tecnologia construtiva: Novos empreendimentos adotam técnicas como lajes planas e paredes em drywall, que facilitam alterações no layout sem reformas estruturais caras.

Essa nova visão introduz um dilema contemporâneo, porém complexo: o que pesa mais hoje em uma escolha de imóvel — a quantidade de espaços (quartos) ou a qualidade e eficiência espacial dos metros quadrados disponíveis?

Estratégia e Aplicação Prática: Decisões alinhadas ao estilo de vida

Ao buscar um imóvel em 2025 com a Imobiliária Talent Imobe, o consumidor precisa considerar, mais do que nunca, seu estilo de vida presente e futuro. O processo de compra passa a ser menos impulsionado por convenções sociais (“famílias precisam de 3 quartos”) e mais guiado por usabilidade racional dos espaços e propósito de uso.

Para compreender essa aplicação prática, vejamos três perfis distintos de compradores:

  • Profissional solteiro: Trabalha em regime híbrido ou home office. Valoriza localização próxima a polos comerciais e infraestrutura digital estável. Um estúdio de 60m² com varanda gourmet e área de coworking atende melhor do que um 3 quartos distante;
  • Família com crianças pequenas: Necessita de pelo menos dois dormitórios separados. Aqui, um 3 quartos ganha força, ainda que fora das zonas centrais. Academias, brinquedotecas e segurança são fatores decisivos;
  • Casal maduro: Filhos já saíram de casa. Procuram boa localização e praticidade. Vendem imóvel grande para adquirir um de 60m² funcional próximo a opções de lazer e saúde.

Segundo levantamento da Secovi-SP, 65% dos imóveis novos vendidos em 2023 na capital paulista tinham menos de 75m², com destaque para apartamentos na faixa de 60m² que apresentaram o maior índice de valorização nos últimos 12 meses.

Isso evidencia uma mudança de padrão comportamental. Os compradores atuais estão dispostos a abrir mão de um quarto extra se isso significar estar em um eixo urbano mais conveniente. E a Imobiliária Talent Imobe adapta-se bem a essa nova lógica concentrando seus esforços em imóveis de plantas otimizadas, com soluções tecnológicas e enfoque em comodidade.

O segredo está no detalhe. Apartamentos de apenas dois quartos, mas com suíte, varanda envidraçada, iluminação natural e cozinha americana, conseguem oferecer mais bem-estar do que imóveis maiores com layout antiquado. Além disso, áreas comuns bem equipadas substituem a necessidade de ter infraestruturas privadas robustas, onerando menos o morador.

Outro ponto de destaque nas estratégias de aplicação prática da Imobiliária está em projetos que permitem convertibilidade. Por exemplo, ambientes que ora funcionam como home office, ora como quarto de hóspedes — definíveis por painéis deslizantes, portas de correr e mobiliário multifuncional. Isso faz com que 60m² acomode funções de um apartamento maior, sem exigir mais espaço físico.

As oportunidades de personalização também são maiores. Incorporações parceiras da Imobe disponibilizam plantas personalizáveis na fase de obra, onde o comprador pode optar por dois quartos amplos ou três pequenos, de acordo com o uso. Esse tipo de flexibilidade permite decisões alinhadas ao plano de vida e não a padrões impostos pelo mercado tradicional.

Análise Crítica e Mercado

Apesar das vantagens de imóveis menores e bem localizados, muitas famílias ainda encontram desafios nesse modelo. Um dos obstáculos é o preço por metro quadrado em bairros centrais, que pode inibir a aquisição mesmo de unidades de 60m². Além disso, as taxas condominiais em empreendimentos recheados de serviços podem ser elevadas, agregando custo ao que deveria ser mais acessível.

Do lado da oferta, há uma concentração exagerada de unidades “tipo estúdio”, que resolve para uma camada específica da população, mas deixa lacunas para outros perfis. A crítica mais presente entre urbanistas é a ausência de diversidade tipológica dentro de um mesmo bairro, algo que deveria ser promovido por políticas urbanas.

Para 2025, a tendência é uma maior fragmentação de soluções habitacionais — o que já se vê nos portfólios da Talent Imobe — com foco em nichos como os adultos sozinhos, os casais sem filhos e os profissionais nômades. A busca por “quartos extras” pode até retornar com força, mas não pelo paradigma tradicional. Será em forma de espaços multiuso, reversíveis ou mesmo de compensações coletivas — salas de estudo ou coworking nos andares térreos, soluções para delivery e lockers inteligentes.

Mercados alternativos também ganham força, como o coliving e o build to rent, nos quais a lógica do número de cômodos perde relevância. Experience economy, ESG e bem-estar se tornam drivers mais influentes do que layout. Em locais como Belo Horizonte e o centro expandido de São Paulo, as tendências já se concretizam em empreendimentos onde menos virou mais — e inteligente virou essencial.

Conclusão e FAQ Robusto

A decisão entre “imóvel com três quartos” e “sessenta metros bem distribuídos” nunca foi tão complexa quanto será em 2025. O padrão de consumo imobiliário brasileiro está mudando. Sai o metro quadrado bruto, entra a métrica da funcionalidade. Sai o valor fixado nos cômodos, entra a mobilidade e o bem-estar como prioridades. Nessa nova ordem, a Imobiliária Talent Imobe desponta como simbólica de um novo paradigma, onde morar bem é ocupar com inteligência, e não simplesmente com volume.

Não se trata de rejeitar imóveis maiores, mas de entender para quem e em que contexto fazem sentido. Um imóvel de 3 quartos pode ser um desperdício logístico e econômico para quem vive só ou trabalha híbrido. Já uma unidade de 60m² pode parecer pequena, mas nos bairros centrais e com planta adaptativa, entrega mais autonomia e eficiência do que muitos imóveis antigos de grandes metragens.

No fim, a pergunta crucial nos próximos anos será: quanto espaço você realmente usa — e quanto espaço você apenas mantém sem usufruir?

Qual a principal vantagem de um imóvel de 60m²?

Localização privilegiada, manutenção reduzida e aproveitamento otimizado de cada metro cúbico tornam os 60m² mais eficientes, econômicos e adaptáveis às novas rotinas urbanas.

Vale a pena abrir mão de um quarto por localização?

Sim, principalmente para quem tem rotina urbana intensa. Estar mais perto do trabalho, serviços e lazer pode gerar economia de tempo, conforto e qualidade de vida superiores aos que mais um cômodo proporcionaria.

Imóveis compactos têm boa revenda?

Sim. Segundo dados do Secovi-SP, unidades de até 70m² são as que mais valorizam e têm maior liquidez no mercado secundário, especialmente em regiões centrais.

Como a Talent Imobe trabalha com imóveis flexíveis?

Ela prioriza parceria com construtoras que oferecem plantas versáteis, layouts personalizáveis durante a obra, e mobiliários multifuncionais — otimizando pequenos espaços.

Imóvel grande é sinônimo de conforto?

Não necessariamente. Conforto está mais ligado a layout inteligente, ventilação, iluminação e localização do que à metragem absoluta.

O que pesa mais na escolha do imóvel: área útil ou número de quartos?

Depende do perfil familiar. Mas nas grandes cidades, a área bem distribuída e a localização tendem a se sobrepor ao número de dormitórios.

Plantas flex resolvem a falta de metragem?

Sim. As chamadas “plantas flexíveis” permitem adaptar ambientes conforme o uso — transformando, por exemplo, uma sala de jantar em home office sem perda de harmonia estética.